Fale menos, faça mais.

O ditado é velho e batido, mas se encaixa perfeitamente na proposta deste texto: “O peixe morre pela boca”. Sim, vamos falar sobre… falar! Como você tem usado sua boca, heim?

Fuja do anzol! =)

Veja o que está escrito em Tiago 3, versículos 8 e 9:

Mas nenhum homem pode domar a língua. É um mal que não se pode refrear; está cheia de peçonha mortal.
Com ela bendizemos a Deus e Pai, e com ela amaldiçoamos os homens, feitos à semelhança de Deus.

Tiago não poderia ser mais sincero e inspirado por Deus para escrever isso. Da nossa boca, todo dia, a todo momento, lançamos as pessoas bençãos e maldições sem mesmo medir o que estamos falando.

Com a língua amaldiçoamos, usamos o nome de Deus em vão, fazemos fofoca, mentira, espalhamos a discórdia, enfim, o leque de pecados que podem ser cometidos com esse pequeno órgão é muito grande. A língua é um dos fatores que ajudam a construir, se tivermos essa intenção, uma imagem hipócrita e falsa.

Não é a toa que O Teatro Mágico canta: “Acredito que errado é aquele que fala correto e não vive o que diz” – Descrição perfeita da hipocrisia, não acha? Em alguma situação da sua vida você se encaixa nessa frase? Eu, sim.

Voltando a Tiago, seguindo nos versículos 10 e 11:

De uma mesma boca procede bênção e maldição. Meus irmãos, não convém que isto se faça assim.
Porventura deita alguma fonte de um mesmo manancial água doce e água amargosa?

E aí, fonte? O que tem jorrado de você? Não tem meio-termo, de uma mesma fonte não pode sair água doce e salgada ao mesmo tempo. É bíblico. Não gostou, reclama com Deus, meu amigo. (risos)

Falando sério, quando Tiago escreve “Não convém que isto se faça assim”, entende-se que há outra forma de proceder. Há outro caminho que se pode seguir: O de usar as suas palavras como instrumento de edificação.

Deus te deu a opção de controlar a sua língua, se você não o faz é porque você não quer. Você pode me dizer que isso é um hábito que vem de muito tempo, mas isso não é um argumento para manter usando sua boca como instrumento do diabo. É desculpa esfarrapada, na verdade.

Preste atenção nos detalhes: Um simples “bom dia” para o motorista do ônibus pode fazer a diferença. Um “obrigado” para alguém que lhe faz um favor ou lhe oferece um serviço, mesmo que seja por obrigação (num comércio, por exemplo) faz a diferença. Tenha uma palavra de encorajamento e amizade sempre na ponta da língua quando alguém vier te pedir socorro.

Mais do que tudo, tenha atitude. Não seja um hipócrita que fala certo mas age errado. Tem uma frase que eu gosto muito e que uso-a para fechar esta conversa:

“Pregue o evangelho. Se necessário, use palavras”.

Kadu Gaspar,
que também escreve no Não Sou Daqui!

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