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Você tem duas opções: Uma é Jesus

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Estou cansado de todas as opções

Jeffrey Bingham, presidente do Departamento de Teologia no Seminário Teológico de Dallas, tem uma frase que ele usa quando as pessoas defendem algo que não é parte do histórico da fé cristã: “É alguma coisa, mas não é Cristã”. Ultimamente, cada vez mais, tenho perguntado: Quando nós, em nosso zelo por remover possíveis obstáculos ao Evangelho, propomos uma forma de Cristianismo que não é mais cristão?

Nos últimos meses, de acordo com a minha leitura semanal de “o que está acontecendo agora” na teologia, comecei a sentir uma náusea teológica. Meu espírito está doente e a ponto de vomitar. Eu não sei bem como é isso, mas sei que não é bom. Há simplesmente muitas “opções” sendo oferecidas – estamos começando a parecer mais com uma cafeteria do que com uma igreja.

No essencial, unidade, no não-essencial, liberdade… certo? Deixe-me tentar formular brevemente o questionamento que tenho hoje às 17h24. Tenho a sensação de que os teólogos e apologetas cristãos, a fim de fazer nossa fé mais palatável ao mundo exterior, estão tentando mover todas as dificuldades da nossa fé para a categoria “não-essencial” a fim de criar “opções”. É quando quase tudo que está fora da pessoa e da obra de Cristo se torna negociável. Quando é que a forma de Cristianismo que propomos se torna  algo diferente da fé cristã histórica?

Alguns exemplos estão ordenados aqui (perdoe o espírito de sarcasmo a seguir):

1. Problema com a doutrina da punição eterna? Sem problema. Nós temos estas duas opções menos comuns: universalismo ou aniquilacionismo. Você pode acreditar que todas as pessoa eventualmente serão salvas ou que todos os condenados deixarão de existir.

2. Problema com a veracidade das Escrituras? Não é um problema de modo algum. Não há necessidade de acreditar que a Escritura é verdadeira em tudo o que diz, apenas nas “partes importantes” como a ressurreição de Cristo.

3. Problema com uma jumenta falante e outras loucuras? Deixe-me citar uma palavra muito importante: metáfora. Sim, quase todo trecho da escritura pode ser transformado em uma metáfora, mito, parábola, símbolo ou inúmeras outras coisas. Sendo assim, você não tem que aceitar isso.

4. Problema com o relato da criação em Gênesis? Não precisa dar tanta importância. Nós temos muitas opções aqui, inclusive a última, a evolução teísta. O ponto é que, seja qual for a proposta da ciência moderna, você pode aceitar (veja o número 3 para significados de aceitação).

5. Problema com permissões de Deus para o mal? Fácil. Nós temos a opção que diz que Deus, a fim de preservar a liberdade e o verdadeiro amor, não pode saber (e muito menos interferir) das escolhas pecaminosas que as pessoas fazem. Ou seja, ele fica de fora. Isso se chama “teísmo aberto”. Divirta-se.

6. Problema com a doutrina da eleição? Entendo. Essa é particularmente desagradável. No entanto, não precisa ter medo. Você não tem que acreditar nisso. Há uma forma modificada da eleição divina que diz que a escolha de Deus é baseada na nossa escolha. Pronto…problema resolvido.

7. Problema com a exclusividade de Cristo? Novamente, temos a resposta. Atualmente, nós temos essa  idéia chamada “inclusivismo”. Com essa idéia fantasiosa, dizemos que as pessoas podem ser cobertas pelo sangue de Cristo sem realmente aceitar o Evangelho. Maravilha! Próximo…

8. Falando do “sangue” de Cristo, alguns de vocês podem ter problema com a idéia do Pai que sacrificou seu filho (e que ele realmente estava feliz com isso). Sabe todas aquelas coisas arcaicas sobre sacrifícios e derramamento de sangue? Você não temque aceitar isso também. Há alguns que acreditam que Cristo era um exemplo em vez de ser vítima de “abuso infantil divino” . O perdão de Deus é baseado em seu amor, não em sangue.

9. Problema com o homossexualismo ser pecado? Não deixe que isso o detenha. Muitos dos nossos teólogos mais espertos foram capazes de reformular essa questão de modo que há uma opção que propõe que o homossexualismo não era universalmentecondenado na Escritura. Embora aqueles que defendem isso sejam poucos, é suficiente para criar uma brecha para escapar disso. Há mesmo muitas “igrejas gays” que você pode freqüentar. Próximo…

10. Problema com a liderança masculina na igreja e na família? Essa é uma das mais fáceis. Temos toneladas de representantes na igreja (até denominações) que discordam disso. Você é livre para rejeitar qualquer ideia sobre liderança masculina baseada no “contexto cultural”.

Ok. Chega de exemplos.

Aqui está o problema. Enquanto me prendo consideravelmente a crenças tradicionais nessas áreas, com muitas (não todas) dessas listadas eu concordo.  Em outras palavras, eu acredito que há algumas alternativas legítimas, mais notavelmente na questão da eleição. Enquanto Calvinista, sendo muito comprometido com a eleição divina, entendo que há opções alternativas aqui que são viáveis. Em resumo, não acredito que a rejeição à eleição incondicional equivale a uma rejeição ao Cristianismo.

No entanto, quando é que remover nossos obstáculos intelectuais e emocionais cria uma aberração do Cristianismo que é cristão apenas no nome? Quando nossa teologia é manipulada o suficiente para não ser mais uma teologia cristã? Quando é que nós propomos tantas opções no “buffet” cristão que o nome da cafeteria precisa mudar? Quando nossa teologia atravessa a linha a ponto de ser “qualquer coisa, mas não cristã”?

Quando é que remover obstáculos intelectuais cria uma aberração do Cristianismo que é cristão apenas no nome?

Enquanto escrevia isso, estava conversando com um amiga que disse que conhece uma pessoa a quem estava tentando evangelizar, mas que essa pessoa tinha alguns “problemas” com a fé cristã. Ela quer trazer essa pessoa para discuti-los comigo. Eu disse brincando: “Sem problema. Seja qual for o problema que a pessoa tenha, temos várias alternativas! Eu posso responder qualquer coisa!”. Em outras palavras, seja qual for o problema, desde que não seja sobre a ressurreição de Cristo, “nós conhecemos um cara” que pode cuidar disso, se é que você me entende.

Suspeito de qualquer mentalidade que é compelida a produzir todas essas “opções” a fim de fazer o Cristianismo mais palatável. Quem disse que era nossa função? Quando o paladar passou a ser teste de veracidade? Algumas vezes nós cremos em coisas que não são palatáveis, não cremos? É nosso desejo sermos intelectual e culturalmente viáveis, levando nosso testemunho a deturpar “a fé definitivamente entregue aos santos”? Quando nós perdemos a “comunhão dos santos” devido à nossa minimização da fé cristã?  Só porque é difícil acreditar em determinada coisa, isso nos dá o direito a sair à caça de outras opções? Quando foi que levantamos tantas âncoras que ficamos à deriva em um mar estranho? Quando é que isso é “alguma coisa, mas não é cristã”?

Estou cansado de todas as opções. Podemos apenas pregar nossas convicções na igreja e não na cafeteria?

(Via iPródigo)

Não pregamos a nós mesmos

Há duas semanas, olhamos para 2 Coríntios 4:3 e consideramos o que essa passagem tinha a nos ensinar com relação à natureza do ministério do Evangelho. A conclusão desse post foi que opropósito do ministério do evangelho não era divertir os bodes, mas  chamar as ovelhas. Semana passada, exploramos o verso 4 e descobrimos o problema do mundo: sua cegueira para a glória de Cristo. Portanto, a missão da Igreja é solucionar esse problema. Se estamos fazendo algo que não vai solucionar esse problema, precisamos parar.

A pergunta, então, é o que resolve esse problema? Como a Igreja pode ser instrumento para abrir os olhos cegos? Bem, Paulo fala disso no verso 5. Assim como devemos saber o propósito e o problema do ministério do Evangelho, devemos conhecer também a proclamação.

Mas não pregamos a nós mesmos, mas a Jesus Cristo, o Senhor, e a nós como escravos de vocês, por causa de Jesus. (2 Coríntios 4.5)

O que quer dizer “não pregamos a nós mesmos”? Significa que não colocamos nós mesmos – os mensageiros – à frente, como apelo para os não crentes, em nossos ministérios. Não fazemos da nossa metodologia ou do nosso estilo a mensagem principal. Não apelamos para aquilo que é carnal ou mundano no não crente visando atrair e compelir sua participação. Ao contrário, fazemos tudo que podemos para sair do caminho, para ser apenas incidental – apenas o dedo que aponta para a substância, para o conteúdoda mensagem: que Jesus Cristo é Senhor.

1 Coríntios 2.1-5 realmente lança luz no que significa para Paulo que ele não prega ele mesmo. Ele diz:

Eu mesmo, irmãos, quando estive entre vocês, não fui com discurso eloqüente, nem com muita sabedoria para lhes proclamar o mistério de Deus. Pois decidi nada saber entre vocês, a não ser Jesus Cristo, e este, crucificado. E foi com fraqueza, temor e com muito tremor que estive entre vocês. Minha mensagem e minha pregação não consistiram de palavras persuasivas de sabedoria, mas consistiram de demonstração do poder do Espírito, para que a fé que vocês têm não se baseasse na sabedoria humana, mas no poder de Deus.

O que é absolutamente maravilhoso nisso é que a superioridade do discurso, sabedoria humana e palavras persuasivas eramexatamente o que você precisava se quisesse que a sua mensagem fosse ouvida na Corinto do século I. Lembre-se: eloquência e oratória eram os pré-requisitos para o engajamento cultural e credibilidade naquela sociedade. E Paulo diz: Eu decidi – eu resolvi – ser exatamente o oposto. Eles estavam buscando sabedoria, e tudo que eu sabia era Cristo, e Cristo crucificado. Eles estavam procurando habilidades de retórica e eloquência, e eu estava com vocês na fraqueza, no temor e com grande tremor. Eles queriam alguém habilidoso na arte da persuasão, e minha mensagem e pregação não tinha palavras persuasivas de sabedoria.

Por quê, Paulo?!

“Porque se eu fizesse isso, eu estaria pregando a mim mesmo! E então sua fé estaria baseada na sabedoria dos homens, e não nopoder de Deus!”

Assim, como ministros do mesmo Evangelho, nós não pregamos a nós mesmos. De fato, Paulo mesmo diz em 1 Coríntios 3.5-7: Afinal de contas, quem é Apolo? Quem é Paulo? Apenas servos por meio dos quais vocês vieram a crer, conforme o ministério que o Senhor atribuiu a cada um. Eu plantei, Apolo regou, mas Deus é quem fez crescer; de modo que nem o que planta nem o que rega sãoalguma coisa, mas unicamente Deus, que efetua o crescimento. E de novo em 2 Coríntios 4.7, Paulo diz: Olha, nós somos apenas vasos de barro. Não fazemos nada por nós mesmos, porque queremos “mostrar que este poder que a tudo excede provém de Deus, e não de nós”.

Ministério Cristão não é para tentar ganhar seguidores, preencher lugares e se tornar famoso. O problema que estamos tentando resolver por nossa pregação é a cegueira do mundo para a glória de Cristo. Assim, não pregamos sobre nós, porque não importa quão descolada ou inteligente é nossa apresentação, isso não é o que salva as pessoas. Não é isso que abre os olhos delas para ver a luz do evangelho da glória de Cristo.

Uma epidemia

E se há uma coisa que atormenta o evangelicalismo contemporâneo hoje é uma epidemia de pregar sobre nós mesmos. Uma das maiores marcas da insalubridade da Igreja é que, mais do que manifestar a glória de Jesus e a ofensividade e a loucura da cruz, os exegetas da cultura de hoje tentam mostrar ao mundo o quão parecidos somos com ele.  Sendo assim, cristãos professos  apresentam a si mesmos para o mundo, e, propositalmente ou não, implicitamente pedem aos não crentes para recebê-los muito antes de chamá-los para receber Cristo.

Não crentes não gostam de sermões que duram uma hora e que contém grandes palavras da Bíblia, então os seeker-sensitive que buscam a agradar a todos e os estrategistas de crescimento de igreja dizem que devemos reduzir os sermões a 20minutos de conversas estimulantes para consertar os problemas emocionais e os relacionamentos pessoais de vocês. Por outro lado, o remanescente da igreja emergente dentro do evangelicalismo conservador nos lembra que estamos vivendo em uma era pós-Cristã e antes que aqueles entre 18 e 30 anos fechem suas portas para receber a igreja, precisamos fazer todo tipo de coisa em nome da “contextualização” e de sermos “missionais”. Se o seu “público alvo” gosta de cafés exóticos, bote uma cafeteria na sua igreja. Se eles gostam de música punk-rock e de piercings, compre alguns CDs e cogite perfurar sua língua. Se eles gostam de luta livre, vá com eles a um bar após o trabalho e veja com eles uma luta enquanto tomam uma cerveja importada. Veja bem, uma vez que mostremos a eles que os cristãos são como eles – que somos humanos como eles e podemos gostar das mesmas coisas que eles gostam – bem, aí sim talvez eles estejam interessados em “experimentar um pouco de Jesus”.

Parece que pouca atenção é dada a Tiago 4.4: “Adúlteros, vocês não sabem que a amizade com o mundo é inimizade com Deus? Quem quer ser amigo do mundo faz-se inimigo de Deus.”

É por isso que nós…

Aqui está um exemplo real da página “Quem somos” do site de uma igreja: “Se você está procurando por um lugar para se divertir, fazer amigos e explorar e experimentar um relacionamento com o Deus verdadeiro, [essa igreja] é o seu lugar! Nós acreditamos que a igreja deve ser a experiência mais excitante e significativa da semana de uma pessoa! É por isso que nós…”

Veja, eu concordo que a igreja deve ser a experiência mais excitante e significativa da semana de uma pessoa. Mas como você completa a última sentença fala muito alto sobre o que você crê sobre Jesus Cristo e o evangelho. Bem ali eu quero completar: “É por isso que nós expomos fielmente as Escrituras semana a semana, visando apresentar uma visão exaltada de Deus, para que nossos membros possam ver e experimentar a glória revelada em Cristo e, como resultado disso, possam ser tão satisfeitos pela bondade de Cristo que possam voluntariamente entregarem suas vidas durante a semana para amarem seus próximos como a eles mesmos”.

Mas não. Eles acreditam que a igreja deve ser a experiência mais excitante e significativa da semana de uma pessoa. “É por isso que nós usamos luzes teatrais, som e vídeo. É por isso que temos músicas modernas e atuais, acompanhadas por mensagens criativas e relevantes que falam sobre os desafios da vida real. É por isso que nós pensamos e criamos um modelo em tamanho real de uma cidade para as crianças, completa, até com um caminhão de bombeiros de verdade! E muito mais!” E por aí vai.

Você consegue ver como isso é pregar a si mesmo? Eles oferecem a igreja deles, e suas várias programações e apresentações multimídia como a oferta mais importante. Paulo chama esse tipo de coisa de negociar a palavra de Deus em 2 Coríntios 2.17. Um negociante sabe que o produto que ele está tentando vender não é tão bom, então ele faz de tudo para tentar disfarçar e aumentar seu valor. Que Deus nos impeça de dar tão pouco valor à glória de Cristo a ponto de enrolarmos os não crentes sobre Seu valor, tentando empurrar a eles algo além dEle mesmo. “Luzes” e “música atual” nunca abrirão olhos cegos. Apenas o evangelho de Cristo crucificado, ressurreto e reinando soberano pode resolver o problema que a igreja é chamada para resolver:

  • Romanos 10.17 – A fé vem pelo ouvir, e ouvir a palavra de Cristo
  • 1 Pedro 1.23-25 – As pessoas nascem de novo por meio da viva e eterna palavra de Deus
  • Tiago 1.18 – Por Sua decisão, Deus nos gerou (isso é, nos regenerou) pela palavra da verdade.

Assim Paulo declara que nós cristãos não pregamos nós mesmos, porque isso nunca irá resolver problema do mundo. Pelo contrário, nós pregamos – esse é o nosso método – Cristo Jesus como Senhor – essa é nossa mensagem. Isso é o ministério do evangelho, amigos. Que não nos confundamos em nossa tarefa.

(Via iPródigo)

A volta (A vinda)!

Jesus está voltando!

Semana passada, eu fui questionada sobre esse assunto, eu sabia bem o que era o que eu não sabia era como explicar, pois eu nunca me aprofundei o bastante.

Mas daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos que estão no céu, nem o Filho, senão o Pai. “Olhai, vigiai e orai; porque não sabeis quando chegará o tempo.” – Marcos 13:31 -32

   

Olhai, vigiai e orai!  Nós cristãos devemos agir sob estas três palavras diariamente, não sabemos quando Jesus voltará, mas devemos está preparados para o grande dia chegar.

Portanto, matem os desejos deste mundo que agem em vocês, isto é, a imoralidade sexual, a indecência, as paixões más, os maus desejos e a cobiça, porque a cobiça é um tipo de idolatria. Pois é por causa dessas coisas que o castigo de Deus cairá sobre os que não lhe obedecem. ” Colossenses 3:5-6

 

 

A palavra acima é um aviso para todos nós, por mais que vamos à igreja diariamente ou com frequência, ainda estamos cometendo os mesmos pecados e o pior é que, às vezes, não percebemos. O mundo, como eu já havia dito aqui antes, é um “parque de diversões” está recheados de nossos interesses que leva-nos a fazer o pecado.

“Mas, se confessarmos os nossos pecados a Deus, Ele cumprirá a Sua promessa e fará o que é correto: Ele perdoará os nossos pecados e nos limpará de toda maldade.“ 1 João 1:9

 

PERDOAR > tão difícil para nós, mas para Deus é tão simples (Deus perdoou todos os nossos pecados.” Colossenses 2:13c.) Chegou o tempo de nos humilharmos diante da presença Dele, confessar os nossos pecados… OPA! Tem um porém na história: Deus irá te perdoar se você não voltar a fazer novamente! É uma luta diária contra a nossa carne colegas, mas a gente consegue!

Mas ninguém sabe nem o dia nem a hora em que tudo isso vai acontecer, nem os anjos do céu, nem o Filho, mas somente o Pai. Vigiem e fiquem alerta, pois vocês não sabem quando chegará a hora.” Marcos 13: 32-33.

Não saberemos quando, que horas, onde Jesus voltará, mas uma coisa é certa: ELE VEM! Está voltando… Isso é maravilhoso, né?!

Fiquem vigiando, pois vocês não sabem em que dia vai chegar o seu Senhor.” Mateus 24:42

Então? Está na hora de agir, chega de estar na zona de conforto!

Deus abençoe a todos, Carla Ramos. 🙂

 

#NowPlaying: Switchfoot – Restless.

Olá galera, voltei para ficar rs. o/

Bom, hoje vim mostrar uma música para vocês… alguém aí gosta de Switchfoot? Eu não gostava, porém com música eu me emociono toda vez que escuto, diz exatamente como devemos ser: incansáveis à procura Dele.

Espero que gostem, até próxima semana.

Deus abençoe a todos! Carla Ramos.

Eu estarei esperando
Antecipando
Tudo o que eu planejo
O que eu fui feito para fazer

A humildade cristã e a definição mundana de humildade

Uma das objeções mais comuns feitas às reivindicações absolutas do cristianismo é de que os cristãos são arrogantes. Os cristãos são arrogantes ao afirmar que estão certos, arrogantes ao afirmar que os outros estão errados; arrogantes ao afirmar que a verdade pode ser conhecida. Infelizmente, no meio de tais acusações, ninguém se preocupa em perguntar que definição de humildade está sendo usada. Ao longo dos anos, a definição de humildade sofreu uma gradual, mas ainda assim profunda, mudança. Especialmente na comunidade intelectual. Atualmente, humildade se tornou, basicamente, sinônimo de outra palavra: incerteza. Estar incerto é ser humilde. Estar certo é ser arrogante. Assim, o pecado capital no mundo intelectual é afirmar saber alguma coisa com certeza.

Claro, essa mudança representa um problema real para o cristianismo. Os cristãos acreditam que Deus revelou-se claramente em sua Palavra. Assim, quando se trata de questões históricas importantes (Quem foi Jesus? O que ele disse? O que ele fez?) ou questões teológicas importantes (Quem é Deus? O que é o céu? Como se chega lá?), os cristãos acreditam que têm uma base sobre a qual podem afirmar com certeza: a revelação de Deus. Na verdade se afirmarmos não saber a verdade sobre tais assuntos, isso seria negar a Deus e negar sua Palavra. (Isso não significa, é claro, que os cristãos estão certos sobre tudo, mas podem estar seguros sobre essas verdades básicas do cristianismo).

Assim, para os cristãos, humildade e incerteza não são sinônimos. Uma pessoa pode estar certa e ser humilde ao mesmo tempo. Como? Por esta simples razão: os cristãos acreditam compreender a verdade apenas porque Deus revelou a eles (1 Coríntios 1.26-30). Em outras palavras, os cristãos são humildes porque sua compreensão da verdade não se baseia em sua própria inteligência, em sua própria investigação, em sua própria perspicácia. Pelo contrário, é 100% dependente da graça de Deus. Conhecimento cristão é um conhecimento dependente. E isso leva à humildade (1 Coríntios 1.31). Isto obviamente não significa que todos os cristãos são pessoalmente humildes. Mas significa que eles devem ser, e que têm motivos suficientes para ser.

Embora cristãos tenham uma base sobre a qual podem ser humildes e estar certos ao mesmo tempo, não é necessariamente o caso com as outras cosmovisões. Considere o ateu, por exemplo. Ele é bastante seguro de muitas coisas (ao contrário da sua afirmação de que não se pode ter certeza de nada). Ele está certo de que ou Deus não existe (ateísmo pesado), ou de que não se pode saber se Deus existe (ateísmo leve). E, em sua crítica ao cristianismo, estão absolutamente certos de que os cristãos estão errados ao afirmar que estão certos. Em essência, o ateu está afirmando: “Eu sei o suficiente sobre o mundo para saber que uma pessoa não pode ter uma base para a certeza.” Isso em si é uma afirmação bastante dogmática.

Mas, sobre o que o estão baseadas essas afirmações de amplo alcance dos ateus sobre o universo? Em sua própria mente finita, caída e humana. Ele tem acesso apenas ao seu próprio e limitado conhecimento. Então, agora devemos fazer a pergunta novamente: Quem está sendo arrogante? O cristão ou o ateu? Ambos reivindicam estar certos sobre um grande número de questões transcendentais. Mas um faz isso enquanto afirma ser dependente da pessoa que sabe essas coisas (Deus), e o outro faz dependente apenas de si mesmo. Se uma das posições é uma postura de arrogância, não seria a cristã.

Sem dúvida, o ateu se oporia a essa linha de raciocínio pelo fato de ele rejeitar a Bíblia como revelação divina. Mas, isto sai completamente da questão. O ponto não é se ele está convencido da verdade da Bíblia, mas a questão é qual visão de mundo, do cristão ou do ateu, tem uma base racional para reclamar certezas sobre questões transcendentais. Somente o cristão tem essa base. E já que seu conhecimento de tais coisas é dependente da graça divina, ele pode ser humilde e seguro, ao mesmo tempo.

(Via iPródigo)

Direto ao ponto

Apologética é a defesa da fé cristã; o termo “apologética” vem de uma palavra grega que significa “defesa”. Em meu último artigo, eu mencionei que a apologética têm se focado, talvez além da conta ou exclusivamente, em responder desafios com jargão filosófico. Essa ênfase tem duas consequências indesejadas. Ela levou à marginalização da apologética, como se o seu estudo fosse reservado apenas aos que são especificamente treinados; a apologética é o campo dos sabichões. E também levou a um excesso de intelectualismo, tal que o foco parece ser sempre a mente; tem pouco a ver com os assuntos do coração, com a pessoa como um todo. Dadas essas duas consequências, não é difícil ver por que a apologética tem tido tão pouca relevância para a igreja. Como o Monte Everest, pode ser admirada de longe, mas raramente é confrontada (fora pelos “especialistas”) e é sempre fria, tempestuosa e hostil.

Os desafios da fé cristã, entretanto, são muito mais diversos e variados, e muitas vezes mais sutis, que aqueles oferecidos pelos filósofos. Os desafios atuais ao Cristianismo certamente incluem os filosóficos, como o “novo ateísmo”, e eles precisam ser abordados. Mas, talvez ainda mais difíceis, por exemplo, por causa da imprecisão e da sutileza, sejam os desafios que vêm dos (como foram recentemente chamados) “apateístas”, que parecem dominar atualmente o ambiente cultural. Esse grupo é composto por aqueles que dizem não se importar em nada com religião; sua atitude básica para com a vida é “e daí?”. Seu herói é Alfred E. Newman (“Como assim, me preocupar?”). Por que se preocupar com essas coisas de significado, vida após a morte ou espiritualidade? A vida já não é difícil o suficiente à parte da dificuldade de crer em algo invisível e improvável? Por que eu deveria me importar com esse tipo de coisa?

Nós estaríamos enganando a nós mesmos se pensássemos que esse tipo de atitude (e isso foi só um exemplo) não é um desafio à fé cristã – talvez à nossa própria fé. E, sempre que já um desafio ao Cristianismo, a apologética precisa responder. Assim, claramente, montar acampamento no ar rarefeito da filosofia não vai resolver o problema da apologética; ela precisa ser capaz de responder aos desafios que vêm de todos os cantos, e responder de tal forma que esteja à altura do desafio e também ofereça a verdade do evangelho. E isso requer revelação bíblica. Assim, por que alguém iria pensar que se referia à verdade da revelação bíblica na apologética está “além dos limites”?

A primeira razão, aparentemente, é que se assume que só se pode debater ou argumentar com alguém baseado em ideias aceitas por ambos. Isso faz algum sentido, claro. Se eu decido que quero argumentar que a Lua é feita de queijo e minha razão para acreditar nisso é porque assisti no programa da Oprah Winfrey, você teria boas razões para duvidar tanto do conteúdo como da fonte do meu argumento. Você pode desistir da conversa porque simplesmente se recusar a aceitar como fato qualquer coisa que apareça no programa da Oprah.

Em discussões e debates sobre o Cristianismo e sua veracidade, entretanto, a situação é, de várias formas, única. Nós iremos discutir essa unicidade conforme prosseguimos, mas pelo menos um exemplo agora pode ser útil. Sempre que decidimos comunicar o evangelho para nossos amigos não crentes, a verdade que estamos comunicando, certamente, não é aceita por aqueles a quem estamos falando. Não apenas nisso, mas a fonte dessa verdade (a Escritura) é, por definição, rejeitada por eles também.

Em um sentido prático, isso não significa que devemos buscar comunicar essa verdade de uma forma que seja o mais incompreensível possível para nossos amigos. Também não significa que nosso objetivo é ser o mais ofensivo e confrontador possível. O evangelho já traz em si uma ofensa; ele já é aroma de morte para aqueles que estão perecendo (2 Coríntios 2.15), não há necessidade de adicionarmos mais três hectares de cebola. Parte da sabedoria do evangelho (Colossenses 4.5-6) é que devemos desejar não só falar a verdade, mas comunicar a verdade de uma forma que afete o ouvinte. Queremos que eles vejam não só que o evangelho é verdadeiro, o que de fato é, mas que é a única verdade que se aplica completamente à sua situação. Assim, devemos tentar ser persuasivos em nossa comunicação.

Mas continua sendo verdade que a nossa comunicação do evangelho ainda assim reconhece que não há terreno neutro de autoridade nem que o conteúdo que comunicamos é necessariamente compartilhado por aqueles a quem falamos. Então em que nos baseamos para comunicar essa verdade?

Essa é uma questão importantíssima, tanto para o evangelismo quanto para a apologética (e para a pregação também). Quando eu pergunto “com que base”, não estou simplesmente perguntando “sob que autoridade”. Nós comunicamos o evangelho porque Deus ordenou. Mas quando eu pergunto “baseado em que”, estou perguntando se há algum terreno comum em que nós e os amigos não crentes podemos pisar para, realmente e fielmente, nos comunicarmos. Se em nossa comunicação do evangelho nós não compartilhamos a mesma autoridade, a mesma fundação e o mesmo conteúdo, como iremos nos “conectar” com nossos interlocutores? A resposta é tão profunda quanto simples. É tão profunda que, de fato, no que diz respeito à apologética, tem sido completamente subestimada e ignorada. A resposta é que nós – todos os homens e toda a humanidade, sempre, em qualquer lugar, independente de nosso status ou posição – vivemos, nos movemos e existimos no Deus da Escritura, e todos nós sabemos disso. Essa é a nossa fundação, a verdadeira autoridade por trás de nossa apologética e de nosso evangelismo.

Quando comunicamos para alguém que ele pecou contra o Deus santo e, assim, lhe deve arrependimento, já que o que dizemos está de acordo com o que eles já sabem que é o caso, a verdade perfura sua alma como um raio; causa um abalo de magnitude 9 na escala Richter no seu interior. Talvez não sejamos capazes de perceber essa reação; provavelmente ela fique no interior. Mas como uma corrente de água mortal, enquanto a superfície permanece calma e pacífica, a parte inferior está agitada e furiosa. A verdade de Deus ecoa em todas as pessoas porque Deus é, sempre e em qualquer lugar, conhecido, assim como seus atributos (veja Romanos 1.18-20, 32; 2.14-15). Assim, o terreno neutro entre o cristão e o não-cristão não é, basicamente, o que concordamos em afirmar, nem é alguma fonte em comum, como “as conclusões da razão” ou “a lógica do pensamento” (apesar de, na superfície, parecerem ser a mesma coisa). O terreno comum a todos nós é que tudo que temos, somos e sabemos vem do mesmo Deus Trino, e nós sabemos disso.

Uma das coisas mais importantes para se ter em mente, assim, na apologética (e no evangelismo), é que Deus se fez conhecido de tal forma que nós, todos nós, sabemos que somos suas criaturas, que lhe devemos adoração, que o ofendemos, que nossa rebelião contra ele é uma ofensa capital e que nosso comportamento não é nada perante seu caráter santo.

Se isso é verdade, a forma como pensamos sobre a defesa cristã muda? Mais importante ainda, muda a forma como nos preparamos para darmos respostas (veja 1 Pedro 3.15)?

(Via iPródigo)


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